Tomba do dedo
uma letra

E uma vírgula,
no centro do verso

Abraça o papel
com um susto -

o mais profundo
é a pele

E o espaço, sem nome,
entre o corpo
e o chão

1 comentários:

Selma disse...

OI querido... que bonito... adorei.
Saudades
Bjs
Selma